soneto de fim de carnaval
Chora Pierrot a ida de Colombina
Lágrima viva, que o rosto ilumina
E desliza devido à mulher amada
Arlequim intruso fez-se mostrar
À bela dama, que com ele partiu
O palhaço, com seu coração pueril
Não vê o visível, mas que azar!
É preto-e-branco solitário
Numa linda noite de tristeza
O que era éden virou calvário
A velha chama, outrora acesa
Jaz apagada no santuário
- Pierrot nunca fora fortaleza

Ótimo soneto, parabéns! Um palhaço em P&B, de sorriso derrubado...
ResponderExcluirDouglas, fiquei impressionada com esse!! Dos que eu li pra mim foi o melhor... Mas preciso voltar a acompanhar... tô de volta!!! hahaha... E com texto novo no blog! Se você puder me dar uma força nessa volta... Comentar o que achou, divulgar, porque fiquei longe um tempo!! Obrigada :)
ResponderExcluirhttp://amargo-emeio.blogspot.com.br/2014/03/ele.html