Sinto-me como estivesse apodrecendo. Não por fora; mas lá dentro. Corroem-me os menores problemas, e eu sei que não devia ser assim. Pode ser uma fase, pode ser eterno, pode ser tudo. Ou nada. Eu não devia ser tão mesquinho, o nome disso é mesquinhez? Ou será que minha expectativa foi tanta que a realidade não deu conta de alcançá-la? Depois, fico remoendo argumentos, na decomposição fétida e lenta que acaba comigo. Dia após dia, vejo as cores de tudo. Olhos que brilham, mas, lá no fundo... Lá no fundo, meu interior vai ficando putrefato.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
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Incrível como me sinto do mesmo jeito.
ResponderExcluirÓtima postagem. ;D
Sempre tocante... Sei bem a sensação. Expectativas... Por vezes, o fardo é muito, muito pesado mesmo. :/
ResponderExcluirParabéns, querido! Tenho grande admiração por vc! :*
Ah, Douglas, entendo-o perfeitamente. Avalanche de sentimentos; medo, preocupações, insanidade, putrefação. Tranquilize-se, é só a vida vertida em fase dolorida. Tudo vai ficar bem.
ResponderExcluirP.S.:texto maravilhoso, como sempre.
bom chegar nos pontos vitais.
ResponderExcluirgostei, meu caro.
INCRÍVEL ;) incrível!
ResponderExcluirMaravilhoso! E de fácil identificação, como de costume. Texto incrível mesmo :D
ResponderExcluirMuito, muito obrigado. Fico realmente feliz que tenham gostado. Mesmo!
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