- Você é um idiota.
- Vá se foder!
- Não apele deste jeito. Você não precisa.
- Não preciso? Olhe só quem fala. Por que você começa com isso?
- Quer mesmo que eu diga?
- Por favor, não. Já sei a resposta. Conheço sua ladainha.
- Se conhecesse de fato, não repetiria seus erros.
- Cale a boca. E me passe o sal.
- Você é hipertenso, já esqueceu?
- Pelo amor de Deus, você não cansa?!
- Em se tratando de você, não.
- Quer fazer o favor de passar o sal?
- Tome, mas não me responsabilize pelo infarto.
- Eu sei me cuidar, porra!
- É claro que sabe. Como um bebê.
- Onde está o vinho?
- Foi você quem guardou.
- Droga! Esqueci de colocá-lo para gelar.
- De novo?! Já é a quarta...
- Não comece.
- Tudo bem, eu me calo, seu esclerosado de merda.
- Obrigado.
- ...
- ...
- ...
- Cecília?
- Que foi?
- Eu te amo.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
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muito, muito bom!
ResponderExcluirgostei mesmo!
um "q" de dalton trevisan que te falar, ficou muito bom.
abraço.
Gostei das cores do seu blog, branco, preto e vermelho.
ResponderExcluirOs diálogos do primeiro poste são asperos, mas engraçados.
É romântico!
Muitíssimo obrigado mesmo pelos comentários, que bom que gostaram! Abraço.
ResponderExcluirEu amo seu blog, não custumo muito comentar mas sempre passo por aqui para ver os novos posts, fico pasma com seu talento. Sua criatividade e sensibilidade são admiráveis.
ResponderExcluir*-*
Obrigado, Kakau! Fico feliz que goste do blog. Imensamente feliz! :)
ResponderExcluirAmei o diálogo.
ResponderExcluirJá segui. Abraço!
adorei o diálogo.
ResponderExcluirConfesso que apesar de óbvio o desfecho veio em um tom surpreendente.
bj!
Muito obrigado! Gosto que gostem daqui! Abraço. E beijo. :D
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